Artigos da Heitor Borba Soluções em Segurança do Trabalho

HEITOR BORBA INFORMATIVO NO 86 OUTUBRO DE 2015

 Recife/PE, outubro de 2015 – Exemplar nO 00086 – Publicação Mensal


O Círculo de Qualidade de Ishikawa


Ishikawa[1] nasceu no Japão, Tóquio, 1915. Formou-se em Química pela Universidade de Tóquio. Desenvolveu estudos estatísticos para serem aplicados na área da Qualidade, melhorou o então existente modelo americano e suas ferramentas. Também criou o Diagrama de Ishikawa ou Espinha de Peixe. Ishikawa criou uma (Espinha de Peixe) e aperfeiçoou mais seis ferramentas para serem aplicadas conjuntamente na área da Qualidade, conhecido como “Círculo de Qualidade de Ishikawa”.

Atualmente suas sete ferramentas certamente seriam denominadas de “Círculo DA Qualidade de Ishikawa” e não “Círculo de Qualidade de Ishikawa”. O foco não é a qualidade das ferramentas (bem elaboradas, com gráficos bem definidos, etc), mas sua aplicação na área da Qualidade.  Algo parecido com “Engenharia de Qualidade” (o curso é bom) e “Engenharia da Qualidade” (especialização da engenharia) e “Engenheiro Elétrico” (dá choque) e “Engenheiro Eletricista” (especialização da engenharia).

Para Ishikawa, Qualidade pode ser definida como:[2]

Qualidade é desenvolver, projetar, produzir e comercializar um produto que seja econômico, mais útil e sempre satisfatório para o cliente”.

Ou seja, “é uma revolução da própria filosofia administrativa, exigindo uma mudança de mentalidade de todos os integrantes da organização, principalmente os da alta cúpula”.

O Círculo da Qualidade de Ishikawa é formado pelas ferramentas:[3]
I – Fluxograma;
II- Diagrama Ishikawa (Espinha de peixe ou Causa e Efeito);
III-Folhas de verificação;
IV-Diagrama de Pareto;
V-Histograma;
VI-Diagrama de Dispersão;
VII-Cartas de Controle.

Ishikawa foi o responsável pelo desenvolvimento de muitos processos com o objetivo de atingir o controle total da qualidade, com impacto direto na completa satisfação dos clientes consumidores dos seus produtos.

I – Fluxograma[4]



O fluxograma representa graficamente a dinâmica de um determinado processo, ou seja, consiste numa representação gráfica de uma série de atividades componentes de um processo que devem ser executadas sequencialmente.

O fluxograma pode ser utilizado para:
a) Definir o escopo de um projeto de melhoria;
b) Servir como um formulário de coleta de dados;
c) Identificar mudanças óbvias que podem ser feitas;
d) Compreender o contexto em que uma mudança será feita;
e) Fornecer uma ferramenta para utilização do raciocínio lógico;
f) Definir a visão de um novo processo.

II- Diagrama Ishikawa (Espinha de peixe ou Causa e Efeito)[5]


Ferramenta que objetiva a simplificação do resultado dos problemas complexos que são analisados dentro do processo de produção. Esse método consiste na divisão dos problemas em problemas mais simples de modo a permitir a resolução das partes, por serem problemas mais simples e de resolução mais fácil. Na verdade, Ishikawa se baseou no Método Cartesiano de Descartes.[6]

III-Folhas de verificação[7]
Folha de verificação é uma tabela onde são registrados os dados dos itens a serem analisados pela qualidade. Essa ferramenta é direta, de fácil leitura e visualização das ações e é utilizada como um dos recursos para redução de erros na produção.


IV-Diagrama de Pareto[8]
O Diagrama de Pareto objetiva a análise das condições do processo de produção a fim de identificar a causa do problema em seu início através da utilização de parâmetros diversos. É um recurso gráfico utilizado para compor uma ordem nos efeitos das causas e perdas a serem sanadas num processo produtivo. Utilizado no entendimento da relação entre ação e benefício, priorizando a ação que apresente o melhor resultado.

Esse Diagrama é composto por um gráfico de barras que ordena as frequências dos eventos em ordem decrescente, permitindo localizar problemas prejudiciais para o processo produtivo e eliminar futuras perdas.


V-Histograma[9]
Bem conhecido do pessoal da área de segurança do trabalho, devido às medições de ruído ocupacional por meio de aparelhos conhecidos como “dosímetros de ruído”, o Histograma é um gráfico utilizado para compilar grande quantidade de dados, para que se consiga visualizar o grau de variação do processo.

O Histograma pode ser aplicado na determinação de análises de causas dominantes e na compreensão da distribuição das ocorrências de diferentes problemas, causas, consequências, etc  Ainda contribui na solução de algumas questões importantes, como por exemplo, na definição da resposta ou resultado mais comum de um sistema, na identificação da distribuição dos dados que possuem alterações, etc


VI-Diagrama de Dispersão[10]
Destinado à apresentação das consequências do que acontece quando alteramos uma das variáveis na análise de causas e efeitos.
Seu uso como ferramenta da qualidade consiste basicamente num método gráfico para análise com o objetivo de verificar a existência ou não de relação entre duas variáveis de natureza quantitativa.



VII-Cartas de Controle[11]
Utilizados para demonstrar tendências de pontos observados numa escala de tempo ou em função do tempo.


Por enquanto apenas apresentamos as sete ferramentas que compõem o Círculo da Qualidade de Ishikawa. Nas próximas edições demonstraremos a aplicação prática e forma de utilização de cada uma dessas ferramentas.

Webgrafia:
[1] Ishikawa



[2] Definição de Qualidade para Ishikawa


[3] Círculo da Qualidade de Ishikawa

[4] Fluxograma

[5] Diagrama Ishikawa

[6] Artigo: “Método cartesiano no trabalho”

[7] Folhas de verificação


[8] Diagrama de Pareto


[9] Histograma


[10] Diagrama de Dispersão


[11] Cartas de Controle





Arquivos antigos do Blog



Para relembrar ou ler pela primeira vez sugerimos nesta coluna algumas edições com assuntos relevantes para a área prevencionista. Vale a pena acessar.
       
EDIÇÃO SUGERIDA
HBI HEITOR BORBA INFORMATIVO N 54 FEVEREIRO DE 2013
Veiculando as seguintes matérias:

CAPA
-“Barreiras acústicas abertas – Parte II (Tirando dúvidas)”
Em verdade este artigo não era para ter Parte II, mas como recebi muitos questionamentos de colegas da área resolvi colocar tudo num artigo e responder de vez a todos. 

COLUNA FLEXÃO E REFLEXÃO
Artigo: “Falácias da Segurança do Trabalho”

COLUNA RISCO QUÍMICO X INSALUBRIDADE
-“Os riscos da Corrosão – Parte II
A partir desta edição vamos no ater a um grave problema que afeta principalmente as estruturas metálicas integrantes de pisos, plataformas, grampos de topo de edificações destinadas à fixação de andaimes e EPC dotados por componentes metálicos.

COLUNA ERGONOMIA
- “Riscos ergonômicos – Desconforto Térmico”
O desconforto térmico ocasionado por níveis de temperaturas e umidade elevados podem ultrapassar a capacidade do aparelho termorregulador humano de manter a temperatura do corpo dentro de níveis seguros. Exposições permanentes ao calor excessivos e baixa taxa de umidade podem causar câimbras, esgotamento, fadiga térmica, e até danos ao cérebro, com AVC – Acidente Vascular Cerebral.


                      


Flexão & Reflexão


O PCMAT deve conter o levantamento ambiental do PPRA?


Dias atrás publiquei um artigo criticando as medições de ruído de alguns PPRA e PCMAT.[1] Agora é a vez dos Programas (não) Preventivos que não contêm as medições ambientais.

De acordo com a NR-18, o PCMAT deve contemplar o PPRA, assunto que também já foi tema de artigo de minha autoria.[2]

O fato é que a maioria dos PCMAT não possuem as medições ambientais previstas no PPRA, direcionando todas as medidas preventivas para os agentes Ergonômicos/Psicossociais e Mecânicos/De acidentes. Este procedimento não está errado, pois esses agentes são de reconhecimento obrigatório nos Programas Preventivos.[3]  Também tem gente papagaiando por aí que não se deve incluir o levantamento ambiental no PCMAT (não vou colocar essa referencia para não comprar briga com o cabra, procurem no Google).

Ocorre que cada vez mais temos profissionais da área de segurança do trabalho desqualificados ao ponto de não saberem sequer interpretar os textos legais com que trabalham.[4] Considerando que muitos dos nossos advogados também não sabem isso até que é fichinha.

NR-18:[5]
“18.3.1.1. O PCMAT deve contemplar as exigências contidas na NR 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.”

Levantamento ambiental é uma das exigências contidas na NR-09. Sendo assim, o PCMAT deve conter também o levantamento ambiental do PPRA, como por exemplo, medições de ruído, calor, poeiras e outros agentes nocivos presentes nos ambientes de trabalho. PCMAT que não contêm as medições ambientais vão causar prejuízos, tanto para a empresa como para os trabalhadores, exceto, se a empresa ou obra tiver o LTCAT[6] e/ou o PPRA elaborados conforme a legislação vigente.

As medições ambientais são importantes porque:
a) Embasam o preenchimento do PPP[7];
b) Balizam laudos de insalubridade e perícias trabalhistas;
c) Servem como base para contestação de laudos judiciais de insalubridade, periculosidade e atividades especiais;
d) Concedem o direito aos adicionais de insalubridade e periculosidade apenas para os trabalhadores que realmente se encontram expostos aos agentes nocivos;
e) Determina quais trabalhadores realmente desenvolvem atividades em regime especial;
f) Permitem dimensionar as exposições dos trabalhadores aos agentes nocivos e determinar as medidas preventivas necessárias.    

Programas Preventivos que não contêm as medições ambientais, sejam PPRA, PCMAT ou PGR, mais prejudicam do que ajudam.

Verifique o seu PCMAT. Caso o mesmo não contenha as medições ambientais previstas na NR-09, “rebole no mato”, como dizem os Potiguares.

Webgrafia:
[1] Medições de ruído

[2] PCMAT deve contemplar o PPRA

[3] Reconhecimento dos agentes ergonômicos e de acidentes no PPRA
Artigo: “Ausência de reconhecimento de riscos não ambientais nos Programas de Segurança é a principal causa de acidentes fatais”.

[4] Interpretação de textos legais

[5] NR-09 e NR-18


[6] LTCAT

[7] PPP
Ver na coluna abaixo: Auxílio para Gestão do Perfil Profissiográfico Previdenciário – PPP




Ajuda para profissionais de RH/GP



Aqui selecionamos uma série de artigos sobre assuntos de interesse do Departamento de Recursos Humanos ou de Gestão de Pessoas das Organizações. Postados de forma sequenciada, os profissionais podem acessar as informações completas apenas clicando sobre os títulos na ordem em que se apresentam. Para não sair desta página, o leitor deverá clicar sobre o título com o mouse esquerdo e em seguida clicar em “abrir link em nova guia”, após marcar o título.

Boa leitura.

[1] Auxílio para Gestão do Perfil Profissiográfico Previdenciário – PPP












[2] Auxílio para Gestão de SSO na área de RH/GP
























Os riscos e suas implicações


O HBI tem uma série de artigos sobre riscos químicos iniciados na Coluna “Segurança com produtos químicos”, quando o HBI ainda era no formato “pdf”.

Ideal para estudantes da área e profissionais que desejem aprofundar seus conhecimentos.

Você pode ler todo o trabalho a partir da Edição de número 14 do HBI que tem inicio aqui:

  
A partir desta edição, basta clicar em “postagens mais recentes” no final da página e acompanhar a sequencia dos assuntos de modo a formar um volume único sobre o tema.

Para as publicações em “pdf”, postadas no formato foto, você deverá clicar sobre a imagem do HBI correspondente a página para ampliar. Após ler a edição ampliada, clicar na seta “voltar” no topo da página (onde tem o endereço eletrônico do Blog), para retornar a edição em formato pequeno.

O conhecimento é essencial para o sucesso profissional.

Boa leitura.


Gestão dos riscos reconhecidos no PPRA



Os riscos reconhecidos no PPRA devem ser geridos em todas as etapas desse programa e contemplar todos os riscos.[1]

Vamos tomar como exemplo, o risco mais comum: Ruído. Na fase de reconhecimento dos riscos temos o reconhecimento do risco ruído:[2]


GHE
SETOR
POSTO TRABALHO
FUNÇÃO/
ATIVIDADE
TIPO  DO AGENTE
FONTE DO RISCO
FATOR DE RISCO
TEMPO EXP (h/d)
TIPO EXPOSIÇÃO
INTENSIDADE  (SUBJETIVO)
NO TRAB EXP
MEDIDAS PREVENTIVAS EXISTENTES
02
ARMAZEM
EMPILHADEIRA
OPERADOR DE EMPILHADEIRA/
OPERAÇÃO DA EMPILHADEIRA PARA ARMAZENAGEM DOS PRODUTOS
FÍSICO
EMPILHADEI
RA
RUÍDO
8,0
PERMANENTE
RISCO POTENCIAL PEQUENO
02
-PROTETOR AURICULAR;
-TREINAMENTO;
-ASO

Ainda na fase de reconhecimento temos:

GHE
SETOR
POSTO TRABALHO
FONTE DO RISCO
NATUREZA  DO RISCO
PATOGÊNESE
( PROVÁVEL )
SINTOMATOLOGIA (PROVÁVEL)
TRAJETÓRIA
MEIO DE PROPAGAÇÃO
OBS  (*)
02
ARMA
ZEM
EMPILHADEI
RA
EMPILHA
DEIRA
RUÍDO
PERDA AUDITIVA

COCEIRA E ZUMBIDO NOS OUVIDOS;  REDUÇÃO DO LIMIAR DE AUDIBILIDADE; DIFICULDADE PARA ENTENDER CONVERSAÇÃO;
ESTRESSE CAUSADO PELO RUÍDO
DA EMPILHADEI
RA PARA  OS  OUVIDOS
AR
VER CRONOGRAMA DE AÇÕES DO PPRA;

Na fase de Avaliação temos:

GHE
ENVENTO
DATA
ATIVIDADE
CARGO
FUNÇÃO
LOCAL/ POSTO TRAB
Lavg
[ dB (A) ]
NEN (*)
[ dB (A) ]
Lp (NEN)
[ dB (A) ]
CA EPI
(*)
NENLp > 80 dB(A) ?
[ NR-09 ]
Te
(min/d)
02
E-1
13/07/2015
OPERAÇÃO DA EMPILHADEI
RA PARA ARMAZENA
GEM DE PRODUTOS
OPERADOR DE EMPILHADEIRA

OPERADOR DE EMPILHADEIRA

ARMAZÉM
76,3
76,3
61,3
05742
NÃO
480

(*) A empresa possui registro da gestão do EPI para fornecimento, treinamento, manutenção, substituição, fiscalização de uso ininterrupto, higienização, guarda e conservação.
GHE “02” => OPERADORES DAS EMPILHADEIRAS;
Lavg =NÍVEL MÉDIO REPRESENTATIVO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL DIÁRIA, DADO PELA FÓRMULA:
Lavg = 85 + 16,61 x Log (Dose medida x 480 min / 100 x Tempo medição em min);
NEN=NÍVEL DE EXPOSIÇÃO NORMALIZADO, DADO PELA FÓRMULA:
NEN=Lavg + 16,61 x log (480 / 480 min).
Lp (NEN) = NEN - NRRsf;
NRRsf = NÍVEL DE REDUÇÃO DO RUÍDO OFERECIDO PELO PROTETOR AURICULAR UTILIZADO.

Após reconhecimento, avaliação e dimensionamento das exposições dos trabalhadores, resta a indicação das medidas preventivas necessárias e suficientes, para neutralização ou redução dos agentes nocivos nos organismos dos trabalhadores. Quando as exposições comprovadamente se encontram abaixo dos Níveis de Ação Preventiva da NR-09,[3] as medidas preventivas devem, no mínimo, garantir a manutenção das condições existentes.

O quadro da NHO-01 da FUNDACENTRO,[4] apresenta os Níveis do Nível de Ação Preventiva em função da intensidade do agente nocivo: 


  
Traduzindo:[5]

NÍVEL DE RUÍDO
INTERPRETAÇÃO CIENTÍFICA
NÍVEL DA AÇÃO A SER DEFLAGRADA
DOSE DIÁRIA (%) P/ 8 H
NPS DIÁRIO
[dB(A)] P/ 8 H
0 < D < 50
0 < NPS <80
ACEITÁVEL
MANUTENÇÃO DA CONDIÇÃO EXISTENTE;
50 < D < 80
80 < NPS <84
ACIMA DO NÍVEL DE AÇÃO
-EPC;
-MEDIDAS ADMINISTRATIVAS OU DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO;
-EPI;
-CONTROLE MÉDICO;
-TREINAMENTO;
-MONITORAMENTO.
80 < D <100
84 < NPS <85
REGIÃO DE INCERTEZA
AÇÃO MAIS EFETIVA PARA REDUÇÃO DAS EXPOSIÇÕES:
-EPC;
-MEDIDAS ADMINISTRATIVAS OU DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO;
-EPI;
-CONTROLE MÉDICO;
-TREINAMENTO;
-MONITORAMENTO.
D > 100
NPS > 85
ACIMA DO LIMITE DE TOLERÂNCIA
AÇÃO IMEDIATA A FIM DE GARANTIR QUE AS MEDIDAS PREVENTIVAS IMPLEMENTADAS:
-EPC;
-MEDIDAS ADMINISTRATIVAS OU DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO;
-EPI;
-CONTROLE MÉDICO;
-TREINAMENTO;
-MONITORAMENTO
REDUZEM AS EXPOSIÇÕES ABAIXO DO LIMITE DE TOLERANCIA;

O Cronograma de Ações,[6] geralmente utilizado para encher linguiça, com citação de algumas palestras bobas, deveria conter as ações preventivas necessárias e suficientes para neutralização ou redução dos agentes nocivos nos organismos dos trabalhadores, bem como, itens alusivos à geração das evidências comprobatórias da gestão de Segurança Ocupacional aplicada aos trabalhadores:


ITEM
AÇÃO A SER EXECUTADA
PRIORIDADE
M E S E S (2015 / 2016)
JUL
AGO
SET
OUT
NOV
DEZ
JAN
FEV
MAR
ABR
MAI
JUN
JUL
01
REALIZAR O LEVANTAMENTO AMBIENTAL CONSTANTE NO ITEM “8”, EXECUTAR AS AÇÕES PARA ADEQUAÇÃO DEFINIDAS PELO LEVANTAMENTO E ANEXAR NAS PÁGINAS FINAIS DESTE PPRA;
1
X












02
IMPLEMENTAR A TECNOLOGIA DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL DEFINIDA NO ITEM 11 QUADRO VI E OBSERVANDO-SE O CONSTANTE DO ITEM “8” E “14”;
1
X












03
ELABORAR AS ORDENS DE SERVIÇOS SOBRE MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL POR FUNÇÃO, CONF. NR-01
1
X












04
REALIZAR O TREINAMENTO ADMISSIONAL/PERIÓDICO SOBRE SSMA CONSTANTE DO ITEM “17”, QUADRO VII;
1

X











05
IMPLEMENTAR A TECNOLOGIA DE PROTEÇÃO COLETIVA CONSTANTE DO ITEM 11, SUBITEM 11.2, ALÍNEAS “C”, “E”, “G”, “I”, “J” E “M”;
1


X










06
INSTALAR A BRIGADA DE EMERGENCIA E REALIZAR O TREINAMENTO CONSTANTE DO ITEM “17”, QUADRO VII-A;
2




X








07
ELABORAR O PLANO DE EMERGENCIA
2




X








08
INDICAR E FORMALIZAR O DESIGNADO DA CIPA E REALIZAR O TREINAMENTO CONSTANTE DO ITEM “17”, QUADRO VII-B
1






X






09
IMPLEMENTAR A SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONSTANTE DO ITEM “15”;
3









X



10
RENOVAR O PPRA E ELABORAR O RELATÓRIO ANUAL DESTA GESTÃO, CONF. NR-09
1












X

Isso deve ser feito para todos os riscos reconhecidos no PPRA. Lembrando que risco não reconhecido é risco inexistente.

Um PPRA elaborado dessa forma, que é a forma como se encontra definido na NR-09, contemplando ainda a legislação previdenciária, traz benefícios para a empresa e para os trabalhadores:
a) Facilidade no preenchimento do PPP;

b) Balizamento correto de Laudos de Insalubridade, periculosidade e atividades especiais;

c) Geração de evidencias para elaboração de laudos periciais;

d) Geração de evidencias para contestação de laudos periciais;

e) Garantia dos direitos dos trabalhadores em relação à periculosidade, insalubridade e atividades especiais;

f) Proteção da empresa nas esferas judiciais em relação ao pagamento de adicionais, danos financeiros e morais indevidamente por falta de evidencias.

Claro que um PPRA desses não custa somente duzentos reais. Tenho conhecimento de casos em que esses programas são elaborados por telefone. O profissional anota os dados e entrega o PPRA em duas horas mediante o pagamento de valores insignificantes. A culpa é dos Técnicos? Na verdade os Técnicos são os que possuem a menor parcela de culpa nesse processo. Mas é bem mais fácil colocar a culpa nos Técnicos.

Interessante é que alguns empregadores compram essas porcarias de duzentos reais, chamam os profissionais de verdade de ladrões por cobrarem um preço justo, percebem que alguns fiscais aceitam e às vezes até elogiam esse tipo de trabalho e ficam satisfeitos. Mesmo que depois paguem valores absurdos em reclamações trabalhistas e previdenciárias, algumas até indevidas.

Esses empregadores geralmente acordam quando:
a) Muitos funcionários entram na justiça reclamando direito à insalubridade, periculosidade e atividades especiais, baseados nas causas já ganhas na empresa por outros trabalhadores;

b) O judiciário exige o Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT)[7] ou outro similar nas reclamações por atividades especiais;

c) O judiciário ou previdência social exige o pagamento das alíquotas adicionais para custeio da aposentadoria especial;

d) A empresa sofre reiterada ação fiscal (geralmente decorrente de ações sindicais ou acidentes de trabalho);

e) A empresa, quando prestadora de serviços, começa a ser multada ou perder contratos por causa da ausência da documentação de SSO exigidas pela contratante.

Elaborar programas preventivos de gaveta ou sem atendimento aos requisitos legais mais prejudicam do que ajudam. Programas preventivos devem conter todas as etapas previstas na legislação e serem executados na empresa mediante uma gestão de SSO eficaz. A gestão dos riscos reconhecidos no PPRA deve garantir a neutralização ou redução dos agentes nocivos nos organismos dos trabalhadores a patamares seguros, com geração das evidencias necessárias e suficientes para defesa da empresa e garantia dos direitos dos trabalhadores em todas as esferas de competência.

Webgrafia:
[1] Reconhecimento dos riscos no PPRA



[2] Risco ruído






[3] NR-09

[4] NHO-01 da FUNDACENTRO

[5] Traduzindo os Níveis dos Níveis de Ação Preventiva da NR-09

[6] Cronograma de Ações

[7] LTCAT




Ergonomia


O HBI tem uma série de artigos sobre ergonomia publicados na Coluna Ergonomia. Um verdadeiro tratado sobre o assunto. Ideal para estudantes da área e profissionais que desejem aprofundar seus conhecimentos.

Você pode ler todo o trabalho a partir da Edição de número 39 que tem inicio aqui:

  
A partir desta edição, basta clicar em “postagem mais recente” no final da página e acompanhar a sequencia dos assuntos de modo a formar um volume único sobre o tema.

Lembrando que o conhecimento é essencial para o sucesso profissional.

Boa leitura.



O leitor pergunta...



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Os currículos são cadastrados por Título Profissional e enviados as empresas de acordo com o perfil solicitado. Não realizamos seleção pessoal.

Os profissionais disponíveis para o mercado de trabalho devem enviar seus currículos no formato “pdf” ou “Word” e salvo com nome de arquivo contendo a função, o primeiro e último nome, mês atual e ano, conforme exemplos abaixo:

Téc. Segurança Manoel Alves julho 2013.pdf

Eng. Segurança Almir Lima agosto 2013.doc

Enfermeiro José Tenório julho 2013.docx  

Estagiário Téc. Segurança Jose Silva agosto 2013.doc

ATENÇÃO:
Currículos enviados no próprio e-mail ou em outros formatos que não seja “pdf” ou “Word” não serão considerados.
                       
Gestores/Empresas:
Solicitem gratuitamente cópia dos currículos dos diversos profissionais cadastrados no nosso Banco de Currículos através do e-mail:


Profissionais Interessados:
Favor enviar currículos para composição do Banco de Currículos através do e-mail:


Agradeço as empresas e aos profissionais que acreditam no nosso trabalho.


Frase de segurança:

“ O PPRA é o princípio da Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional ”


Datas comemorativas

O U T U B R O
Feriados e Datas Comemorativas de Outubro de 2015
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  • 01QUI
  • 01QUI
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  • 03SÁB
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  • 04DOM
  • 04DOM
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  • 12SEG
  • 12SEG
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  • 17SÁB
  • 17SÁB
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  • 18DOM
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Dia do Pintor (Parede)
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  • 18DOM
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Dia do Guarda Noturno
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  • 21QUA
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Fonte:


Aos leitores

Agradeço a confiança dos leitores neste trabalho. Aqui você encontra apenas ideias originais. Não há cópia-cola de publicações existentes. Após vários questionamentos de leitores sobre a veracidade dos assuntos veiculados, resolvi anexar fontes indexadas em todos os artigos, neutralizando qualquer tentativa de desacreditar este trabalho com a utilização de falácias. Desse modo, também passei a exigir que todas as contestações fossem provadas por meio de fontes indexadas. Este é o Blog oficial publicado por Heitor Borba. Clique em “Postagens mais antigas” para ler as edições anteriores. Para ampliar as fotos, clique com o mouse direito sobre a foto e em seguida “Abrir link em uma nova guia”. Informe-se, discuta, questione, critique, divulgue e envie sugestões. Bons conhecimentos.

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