HEITOR BORBA INFORMATIVO N 61 SETEMBRO DE 2013

Recife/PE, setembro de 2013 – Exemplar nO 00061 – Publicação Mensal 



Preparando os funcionários para auditoria


É comum percebermos o nervosismo dos funcionários às vésperas de uma auditoria externa. Mas é possível minimizar esses efeitos?

O processo de certificação é iniciado quando a organização decide qual Sistema de Gestão deseja implementar. A partir daí o comprometimento do empregador deverá ser amplo, geral e irrestrito. Certificar a empresa visando apenas torná-la competitiva no mercado não funciona. Além dos requisitos normativos há também as exigências das contratantes, muitas vezes mais rigorosas do que as normativas. Apenas apresentar o Certificado emitido pelo Organismo de Certificação não é suficiente. A Gestão tem que funcionar e apresentar resultados. O potencial só interessa se apresentar resultado. Nesse contexto, o Certificado é o potencial e a Gestão o resultado.(1)

Após essas linhas preliminares, vamos ao passo seguinte:
  • Indicar um Representante da alta Direção (RD) com paridade das funções de responsabilidade e autoridade;(2)
  • Divulgar o grau de comprometimento do empregador junto aos funcionários;
  • Divulgar o nível de comprometimento dos funcionários ante a Gestão a ser implementada;
  • Domínio total da norma e das ações a serem executadas na empresa por parte do RD ou Consultor de sua confiança;
  • Conhecer as aplicações e as implicações da norma que irão afetar a empresa;
  • Gerar e gerir os Procedimentos de Gestão, requisitos da norma;
  • Escolher bem o Organismo Certificador.

Os Procedimentos de Gestão devem descrever os processos da organização e as melhores práticas para alcançar os resultados almejados. Os Procedimentos devem responder as seguintes questões para cada processo:(3)
·        Por que?
·        Quem?
·        Quando?
·        Onde?
·        O que?
·        Como?
·        Quanto?

Implantada a gestão, a mesma deverá ser posta à prova por meio de auditorias internas. O Sistema deve ser testado a todo instante em busca de falhas. Para isso, é necessário realizar simulados por meio de Auditores Internos e profissional da área. Os auditores internos são funcionários comuns treinados no processo. Essa auditoria objetiva apenas aparar as arestas ou varrer o grosso e poderá ser realizada por meio de Check List, onde um setor audita outro. Os resultados dessa avaliação deverão ser postos nos setores em formato de carinhas indicativas dos escores: Excelente: Carinha verde e gargalhando; Bom: Carinha azul e sorrindo; Regular: Carinha amarela e normal; Ruim: Carinha vermelha e triste. No entanto, apenas essa auditoria não é indicativa de uma Gestão eficaz. O RD ou Consultor da área deverá realizar auditorias gerais e mais detalhadas a fim de corrigir não somente as falhas encontradas na Gestão, mas também na postura dos funcionários durante o processo. A repetitividade das auditorias acaba por adestrar os auditados, corrigindo as falhas da Gestão, reduzindo o costumeiro nervosismo, eliminando os brancos de memória e outros comportamentos indevidos.

Os comportamentos indevidos mais comuns e que ocorrem durante as auditorias são:
a) Postura profissional incorreta:
Contar piadas, desdenhar, criticar, brincar, conversar assuntos paralelos, dar respostas não objetivas, sentar na mesa, sentar utilizando postura incorreta, bocejar, batucar na mesa ou cantarolar, demonstrar desespero, comer, etc
b) Ações incorretas:
Suscitar dúvidas, entregar toda a pasta contendo a documentação, apresentar documentação não solicitada, sugerir temas diversos para auditoria, passar informações não solicitadas, deixar de responder aos questionamentos, falar sem parar com o objetivo de desviar a atenção do auditor, receber mal, não demonstrar segurança, etc 
c) Incapacidade:
Não estar capacitado para apresentar o processo de Gestão.

Em muitos casos observados as não-conformidades são mais de origem comportamental do que técnica. O adestramento dos trabalhadores é tão importante quanto a Gestão em si. Para isso, há necessidade da manutenção de funcionários motivados e possuidores de elevado grau de satisfação no emprego. A experiência demonstra que Gestões focadas apenas na execução de procedimentos não funcionam. A ilusão da ostentação do Certificado cai por terra quando começam a chegar os embargos, interdições e multas por parte de órgãos públicos e contratantes. Devemos focar então em dois grandes alvos: Gestão de Procedimentos e de Pessoas.

Webgrafia/Bibliografia:






Flexão & Reflexão


Check List de Segurança ao Deus dará

Nunca vi com bons olhos o tal do Check List: Ferramenta pela qual os prevencionistas comprovam o seu amadorismo na área de Segurança do Trabalho. Em se tratando de verificação para obras de construção civil o problema é ainda mais grave, considerando a constante rotatividade e o dinamismo dos elementos envolvidos.

Após a falta de profissionalismo do “Se Deus quiser vai dar tudo certo” surge agora a febre dos inúteis Check List.

Interessante é que ninguém em são juízo confiaria, por exemplo, num médico que atendesse seus pacientes com uso de um Check List (Já imaginou: Sintoma tal – Causa provável: Tal doença. Hilário). No entanto, aceitam de bom grado um profissional de segurança tentando descobrir o que está errado na empresa por meio de uma Lista de Verificação.

Depois das famigeradas “Falácias da Segurança do Trabalho”(1) e das desonestas “Eisegeses na Segurança do Trabalho”(2), os nossos profissionais inventaram as mais novas insanidades mentais prevencionistas: “Se Deus quiser” e “Já fiz o Check List”: “Se Deus quiser não vai acontecer nenhum acidente” (Fechando os olhinhos e levantando a mãozinha direita em direção a situação de risco)  ou “A obra tá segura, já fiz o Check List” (Mostrando o polegar direito ereto).

Recentemente acompanhei o trabalho de alguns desses técnicos de Check List e fiquei muito assustado com o que presenciei. Numa situação, o inspetor verificou se o cabo elétrico, tipo “PP” estava aéreo e não sobre o piso da obra - Marcou “Ok” na coluna correspondente da Lista e passou ao item seguinte. Como assim, tá “Ok”? O cabo estava sendo cortado pela folha de zinco de forração da bandeja no ponto de subida para a laje superior. Mas isso não estava Previsto no Check List. Noutra situação, foi marcado como “Ok” o local de refeições. No entanto, uma das telhas da cumeeira estava prestes a cai sobre a cabeça de algum trabalhador usuário do local. Novamente essa situação não estava prevista no Check List.

Quando algum responsável pela gestão de SST decide elaborar um Check List de Segurança começo a sentir calafrios. Imagino que esse cara seja um iluminado. No Caso de obras de construção civil, por exemplo, as situações realmente geradoras de acidentes nunca estão no Check List. Como a Lista é repetitiva, as situações de risco previstas sempre são resolvidas. Diferente das situações de risco geradas pelo dinamismo da obra e que sempre são despercebidas pelo inspetor por causa do dinamismo da Lista de Verificação. O dinamismo desse Formulário acaba levando o inspetor a marcar as colunas mecanicamente, muitas vezes sem ao menos ir até o local para verificar.

Mais um caso interessante ocorreu quando pedi para um desses profissionais de Check List realizar uma Inspeção de Segurança numa obra sem uso do Check List. O Resultado foi assustador: Apenas três irregularidades contra sessenta e cinco do meu relatório. Isso se deve ao desconhecimento da legislação e a preguiça funcional. Check List também é coisa de preguiçoso e acomodado.

Apenas para assuntos FORA do contexto do profissional é que essa ferramenta deve ser utilizada, como por exemplo, inspeção de segurança em ferramentas, máquinas e equipamentos, estruturas, etc

O profissional de segurança DEVE ser capaz de visualizar o ambiente de trabalho preventivamente, neste ângulo de visão e contexto legal, por esta perspectiva e técnica, deste modo e sentimento. Para isso TEM que comer e digerir bem a legislação e a técnica aplicável a cada caso.

É o que penso e o que sempre tem dado certo.

Um abraço.

Webgrafia:



Meio Ambiente
por Libanio Ribeiro(*)


Desenvolvimento includente e sustentável?

A primeira lição da crise desenvolvimentista em qualquer parte do mundo tem a ver com a reafirmação dos compromissos éticos, que continuam a vigorar e ser muito importantes na base da ideologia do desenvolvimento. É a questão da “receita pronta”, quer dizer a importação de ideologia desenvolvimentista como se deu pela dependência excessiva ao capital externo nos ditos países em desenvolvimento ou crescimento econômico. Recomenda-se insistententemente uma “receita de desenvolvimento” fruto de políticas equivocadas inspiradas no fundamentalismo de mercado.

O desenvolvimento distinto do crescimento econômico cumpre o requisito da ética e da boa política, indo além dos meros interesses de acúmulo de riqueza material, implicando a reparação de desigualdades. Pode-se conciliar desenvolvimento com direitos humanos: direitos políticos, econômicos, sociais, culturais e coletivos ao meio ambiente. E o crescimento não é sinônimo de desenvolvimento se ele não amplia o emprego e fornece trabalho digno e se ele não agrega o conceito de equidade. O desenvolvimento sustentável inclui ainda outra dimensão: a sustentabilidade ambiental.

Há uma questão de fundo a ser considerada: o crescimento econômico está associado ao valor dos recursos (naturais ou não) que será maior em função de sua escassez. Na lógica capitalista, é imprescindível que os recursos não existam em abundância porque esse fato lhes reduz o valor. Se todos podem ter acesso à água, ao petróleo ou às sementes, estes bens certamente serão menos valorizados enquanto mercadorias e, na perspectiva mercantil, é só assim que eles são vistos.

Há uma falsa ideia em relação ao fato que a globalização unirá as nações, aproximando as fronteiras e superando as barreiras locais e nacionais. A globalização não é algo neutro, ao contrário, o termo se integra à lógica do capital e à manutenção do modelo imperialista e colonialista de sempre.

As relações sociedade-natureza trazem um caráter dialético no campo do equilíbrio de forças entre as leis naturais e as leis sociais. Esta análise dialética faz emergir o conflito permanente entre pares dialéticos; quantidade/qualidade, essência/aparência, o todo/a parte, a necessidade/o consumo, etc. No meio ambiente pode-se distinguir as seguintes categorias: ecossistema (sistema de componentes bióticos e abióticos), geossistema natural (sistema espaço-tempo que podem ter diferentes graus de transformação antrópicas), sistema sociocultural (o modo de organização das sociedades e a interação dos indivíduos), sistema tecnológico (desenvolvimento de tecnologias aplicadas) o sistema sociocultural natural (produto da relação entre cultura e natureza) e sistema antropoecológico (ou ecossistema humano, sendo o conjunto de todas as condições e influências que afetam o comportamento e o desenvolvimento dos seres humanos).

Há interações dinâmicas entre esses sistemas que não podem ser desprezadas pelo crescimento econômico. A raiz dos males de um desenvolvimento excludente e insustentável é o não reconhecimento ou a não inclusão dessas interações nos modelos de crescimento econômico.

(*) Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho; Advogado, especializado em Direito Ambiental;  MSc Gestão e Políticas Ambientais.



Risco Químico e Insalubridade


Utilização de tubos indicadores colorimétricos ou de leitura direta


Os tubos colorimétricos constituem  uma  forma  fácil  e  rápida para detecção e quantificação de contaminantes  presentes na atmosfera respirável do trabalhador. 

O princípio de funcionamento destes dispositivos consiste na passagem do fluxo de ar contaminado através de um reagente químico específico. O reagente químico contido dentro do tubo reage com o contaminante presente no ar. A reação química provoca a mudança de cor do reagente, que muda de cor. A mudança de cor é comparada numa escala padrão, fornecida pelo fabricante, indicando a concentração aproximada do contaminante presente no ar. A mudança de cor poderá ser lida por meio da comparação da tonalidade (menos precisa) ou por meio do comprimento do filete que mudou de cor (mais precisa).

Os tubos podem ser acoplados a bombas elétricas ou manuais, com tubos de amostragem instantânea ou contínua, mas é necessário verificar a compatibilidade entre o tubo e entrada da bomba. A falta de compatibilidade ocasiona erros na leitura devido a má vedação. 

A precisão estimada os tubos, segundo NIOSH, que testou e certificou tubos detectores, gira em torno de 35% a 50% do limite de exposição.

Os tubos colorimétricos foram concebidos para amostragens instantâneas, mas existem tubos especiais para amostragem de até doze horas.

São constituídos de vidro transparente de diâmetro constante e adiabático, preenchidos por uma substancia absorvente, geralmente sílica gel ou alumina ativada. Esses reagentes podem indicar apenas a presença (qualitativo) ou a concentração (quantitativo) do contaminante no ar. A reação química entre o reagente e o contaminante é rápida e completa, independente da concentração presente no ar.

Os tubos para uso ocupacional possuem escala de medição marcada no corpo correspondente a escala de concentração do contaminante, baseada no respectivo Limite de Tolerância. Para medição em intervalos muito grandes de concentração são utilizados vários tubos de mesma especificação e de diferentes faixas.

Os tubos colorimétricos podem ser utilizados para aferição de gases, vapores e névoas. Mas ainda não existem tubos para todos os tipos desses contaminantes. A seleção do tubo adequado a cada situação depende da faixa de concentração da substancia em questão. Para utilizar o tubo o usuário deverá quebrar as extremidades e acoplar o mesmo na bomba de sucção, observando a direção do fluxo de ar marcado no corpo do tubo e as condições de vedação.

Quando vários contaminantes estão presentes no ar, pode ocorrer mascaramentos ou contaminação cruzada, o que levará o técnico a uma avaliação falsa. No entanto, já existem no mercado tubos fabricados com tecnologia para contemplar esse tipo de problema. O dispositivo ideal de leitura direta deverá ser capaz de amostrar o ar no local de trabalho envolvendo vários contaminantes, com indicação da concentração de cada uma das substâncias presentes.

Antes da utilização dos tubos é necessário atentar para as informações do fabricante registradas na bula, principalmente em relação aos procedimentos para guarda, conservação e utilização. Os interferentes são diversos e variados e o técnico deve fazer as correções necessárias. Os mais comuns são os níveis de temperatura e pressão, que podem afetar o volume amostrado, a absorção e a taxa de reação. Os tubos devem ser lidos logo após a amostragem a fim de evitar novas reações que possam alterar a cor inicial do reagente.

O técnico deverá avaliar se a estratégia de amostragem por tubos colorimétricos é a adequada ao seu caso.

VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DOS TUBOS COLORIMÉTRICOS:
a) Fáceis e rápidos;
b) Resultado imediato;
c) Não necessitam de calibração ou de manutenção;
d) Medem grande variedade de contaminantes com ampla faixa de medição;
e) Indicam níveis de pico, ideal para exposições a contaminantes que possuem Valor Teto;
f) Podem ser utilizados para avaliar exposições de curta duração;
g) Podem ser utilizados com indicadores da presença de contaminantes no ar.  

DEVANTAGENS:
a) Resultado pontual sem indicação da média de exposição (Dosimetria);
b) Baixa precisão do resultado;
c) Alta possibilidade de erros nas medições devido a alta suscetibilidade a interferentes como prazo de validade, temperatura, pressão, má visualização dos resultados, etc

A utilização de tubos colorimétricos deve ser precedida por uma abordagem prévia da situação laboral a ser avaliada, com o objetivo de definir a melhor metodologia a ser aplicada na avaliação ambiental.



Webgrafia:


Ergonomia


Estudo dos movimentos

POTENCIA DOS COTOVELOS E OMBROS
Em relação a força exercida, há diferença significativa entre flexão (dobra) e alongamento (estiramento) do cotovelo. A força do cotovelo dobrado é uma vez e meia maior do que a força conseguida com o braço estendido, cujo pico ocorre quando os cotovelos estão dobrados a noventa graus. Também, nessa posição a força do ombro é uma vez e meia mais forte e com possibilidade três vezes maior para manutenção dessa posição.

POTENCIA DAS PERNAS
A força de empurrar algo de dentro para fora com a perna é maior quando a perna empurra algo em maior altura e menor quando em menor altura, conforme demonstrado na figura:


LEVANTAMENTO DE CARGAS
Considerando as constantes estudadas: Tipo de agarrador, altura em relação ao nível do solo, tipo de esforço com utilização dos músculos das pernas ou costas e distancia entre pé e carga, os resultados foram registrados no diagrama abaixo:


O diagrama acima mostra a distancia do pé ao plano de levantamento, na escala de 20 a 50. Na escala de 0 a 120 representa a força de levantamento, em Kg. A linha tracejada mostra a ação no joelho e a linha continua mostra a ação nas costas.

Os esforços máximos possíveis podem ser determinados experimentalmente. Em alguns casos podem até ser equacionados:

a) Cálculo aproximado da força muscular do músculo do antebraço: 



Graficamente podemos representar da seguinte forma:


Nessa articulação temos:
b = Distancia da força no músculo/articulação posicionado na perpendicular;
L = Distancia peso/articulação na posição perpendicular;
W = Peso suportado;
Fm = Força suportada pelo músculo;

Considerando momentos de força em relação à articulação.

Onde:
J = Força sobre o apoio;
G = Peso do braço ≈ 1,6% do peso do corpo;

Então:
WL = FM x b => b ≈ L / 10 (Em média) => Fm = W x L / b = 10 W => Fm ≈ 10 W, ou seja, ao suportar um peso de 10 Kg o esforço suportado pelo músculo é de 100 Kg.

A presente demonstração simplificada objetiva apenas oferecer a idéia inicial para avaliação de sobrecarga muscular em postos de trabalhos com essas demandas. Numa abordagem real, outros fatores devem ser considerados, como por exemplo, movimentos de torção, alternância de atividades, etc

 O leitor pergunta...


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Pergunta 01:

Caro Heitor,
“Apenas o Engenheiro de Segurança pode assinar o PPRA, veja a legislação do CREA, Ok?”

Antonio – Engenheiro de Segurança em “PPRA x Técnico de Segurança”(1).


Resposta 01:
Caro Antonio,
Você esqueceu que os Técnicos de Segurança não são registrados no CREA. Leia a legislação de verdade, Ok?

Pergunta 02:

“Nós tecnólogos ocupamos o lugar do técnico e do engenheiro e ainda fazemos mais, só não ver quem não quer pois há inúmeras provas disso. ”

Anônimo, em “Os novos profissionais do SESMT” (2).


Resposta 02:
Ok, Anônimo,  fico no aguardo das “inúmeras provas” para que possamos conversar. Leia a Política de Comentários acima. 

Pergunta 03:

“Heitor, meu professor de higiene do trabalho disse que não podemos fazer dosimetria de ruído para o PPRA porque o anexo I da NR-15 não fala nada de dosimetria. O que você acha disso?“

Telma Lucena – Estudante de segurança do trabalho.

Resposta 03:
Acho que você deve pedir seu dinheiro de voltar e se matricular numa escola decente.
Peça para o seu professor vir aqui debater com a gente, Ok?
E são esses profissionais que estão preservando a saúde e a integridade física dos nossos trabalhadores.
Enquanto isso leia o artigo “A dosimetria Cn/Tn”:


Pergunta 04:

“O cálculo do adicional de insalubridade deve ser sobre o salário mínimo ou sobre o salário do trabalhador?”

Adriana – RH.

Resposta 04:
Prezada Adriana:
Verifique se há alguma negociação junto ao Sindicato da Classe ou previsão na Convenção Coletiva de Trabalho. Caso não tenha nada nesse sentido, o cálculo deverá incidir sobre o salário mínimo.
Maiores informações você encontra no artigo constante do link abaixo:






Banco de Currículos é um serviço gratuito que objetiva a reinserção de profissionais no mercado de trabalho e é destinado aos leitores em geral.


As referencias profissionais devem ser levantadas pelas empresas solicitantes através dos dados curriculares.

O administrador deste Blog não se responsabiliza pelos dados constantes dos currículos enviados.

Os currículos são cadastrados por Título Profissional e enviados as empresas de acordo com o perfil solicitado. Não realizamos seleção pessoal.

Os profissionais disponíveis para o mercado de trabalho devem enviar seus currículos no formato “pdf” ou “Word” e salvo com nome de arquivo contendo a função, o primeiro e último nome, mês atual e ano, conforme exemplos abaixo:

Téc. Segurança Manoel Alves julho 2013.pdf

Eng. Segurança Almir Lima agosto 2013.doc

Enfermeiro José Tenório julho 2013.docx  

Estagiário Téc. Segurança Jose Silva agosto 2013.doc
   
Gestores/Empresas:
Solicitem gratuitamente cópia dos currículos dos diversos profissionais cadastrados no nosso Banco de Currículos através do e-mail:


Profissionais Interessados:
Favor enviar currículos para composição do Banco de Currículos através do e-mail:


Agradeço as empresas e aos profissionais que acreditam no nosso trabalho.

Atenção: Atualização do Banco de Currículos

Informamos que estamos atualizando o nosso Banco de Currículos e que os dados atuais serão deletados no dia 31 de dezembro de 2013. Os interessados devem enviar ou reenviar seus currículos atualizados para o novo BC através do e-mail abaixo. Lembramos que todos os currículos devem ser enviados no formato “pdf” ou “Word” e conforme instruções acima.


Obrigado.



Frase de segurança

Segurança é preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores



Datas comemorativas específicas

S E T E M B R O

05 – Dia da Amazônia;
21 – Dia da árvore.



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